Nossas propostas

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Combater a corrupção através da transparência nas ações e criação de mecanismos de controle dos gastos com amplo acesso ao cidadão de forma simplificada e crível para trazer à luz da sociedade àquelas contratações/gastos que estejam em situação de análise por suspeita de mal uso ou desvio do dinheiro público.
Fortalecer a ideia da máquina pública ser gerida com competência técnica observando os valores judaico/cristãos e prestigiar a iniciativa privada e a redução da máquina pública.
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SAÚDE

O controle nas negociações trará uma economia extraordinária para o setor.
É comum que as compras de insumos para a saúde estejam muito acima dos valores praticados no mercado, superando o décuplo do valor muitas vezes.
Um ajuste sério e livre de desvios de finalidade nas aquisições dos referidos insumos trarão uma enorme diferença qualitativa e quantitativa com o mesmo orçamento!

 Com a otimização dos recursos - dinheiro do pagador de impostos - pela gestão austera, abriremos a possibilidade de investir em outras atividades desse importante setor.

Trazendo uma análise simples para compreensão, sem a pretensão de esgotar o assunto nesse momento:

 

O SUS divide as atividades do setor em:

 

A- Baixa complexidade.
Trata-se de competência gerencial dos municípios (em regra). Esta atribuição diz respeito aos tratamentos ambulatoriais e exames de baixa complexidade.
Exemplo: exame de sangue, radiografia...

 

B- Média complexidade.
Trata-se de competência gerencial dos Estados (em regra). Diz respeito aos exames de média e alta complexidade.
Exemplo: biópsia, mamografia, ultra-som...

 

C- Alta complexidade.
Trata-se de competência da União (em regra). São as internações, cirurgias...

Ocorre que o setor que se traduz em gargalo para o Sistema é exatamente o de média complexidade.


Quem não conhece alguém que foi atendido no ambulatório (consulta =  Baixa complexidade) e o médico solicita um exame (Média complexidade) importante para o tratamento e este exame se demora por  meses e até por anos na fila de espera?
"Salvo se você tiver um amigo na política que arranje para você esse favor...' alimentando um sistema pernicioso da politica de clientelismo naquilo que é direito do cidadão.
Ou, ainda, consiga uma ordem judicial e a fila ande para trás para aqueles que acreditam no sistema e aguardam.
O fato é que muitas vezes o "pequeno nódulo" já se tornou um tumor de maiores proporções e o tratamento que seria mais simples e barato se torna caro com a internação e cirurgia ou, quiçá, impagável pela perda mais uma vida.

Pelo exposto, não só pelo ponto de vista econômico mais, principalmente, do lado humano de gerenciar a saúde, o setor de Média Complexidade deve ser e será o foco da nossa administração para que o mal seja eliminado em sua origem.

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O bom uso do dinheiro público (licitações e contratos) e o combate a corrupção permearão todas as ações, doravante apontadas,  nos princípios norteadores de nossa proposta.
Importante ressaltar que a lei de licitação é dura com quem contrata com a administração pública. O contratante tem meios legais para dificultar muito a viabilidade do contrato e prejudicar a empresa contratada. (Caso o escolhido não seja um "amigo do rei"...)
Isso induz o contratado a dois caminhos:
1- Cobrar um valor acima do que seria praticado em um contrato com  o setor privado para cobrir o risco. Para se ter uma ideia, a administração pode atrasar o pagamento por três meses e ainda assim exigir que a obra prossiga e imputar multas por atraso.)

2- A empresa se rende a um sistema pernicioso de manipulação das licitações e alimenta um vício que só beneficia o corrupto a duras custas para a administração e ao cidadão pagador de impostos.

TODOS, pessoas jurídicas e o povo, anseiam pela retidão nas licitações! Receber pelo trabalho acordado é justo e saudável para economia!


"Ao operário é digno seu salário" I Timóteo 5:18

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À luz da proposta de redução da máquina pública, há que se levar em conta a necessidade de enxugar os quadros de pessoal no que tange as contratações por indicação para o mínimo necessário. Sem deixar que a qualidade do serviço seja afetada.

Quanto a isso, entendemos que pessoas motivadas e competentes se apropriam do desafio cotidiano no labor público com mais eficiência quando no ambiente de trabalho só hajam pessoas engajadas com a missão.

A contrário, o ambiente fica improdutivo quando o grupo não percebe o engajamento e interesse de boa parte dos contratados que dividiriam as tarefas e que, por vezes, mal aparecem nas repartições... 
É a máxima da sabedoria popular: 


"Uma laranja podre arruína o lote!"

 

Esse trabalho deve ser feito com estratégia e cuidadosa análise para ter o melhor resultado para saúde da administração, com o mínimo de impacto na vida das pessoas envolvidas.

Nesse viés surgem os funcionários públicos, aqueles que realmente sabem o que fazer para que a administração funcione.
Relegados sempre a segundo plano, esses profissionais têm que ser valorizados e reconhecidos.
Propomos uma gestão participativa e utilizando as ferramentas da administração por competência para o diagnóstico, planejamento, execução, apuração e retroalimentação das ações. Cremos com forte convicção que esse é um caminho sem volta:
Apostar no material humano que dispomos!
Treinamento, condições de trabalho e gerenciamento são o caminho do êxito.

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GABINETE DE INFORMAÇÃO.
Abro um parêntese para esse importante setor da administração pública que é sub-aproveitado ou desconhecido.
O administrador "tomador de decisão" tem a incumbência de decidir qual o caminho a ser trilhado pela administração (estratégia, força de trabalho empregada e objetivo).
Diante de um universo de possibilidades o "tomador de decisão" deve ter em seu staff um grupo multidisciplinar que detenha a técnica de buscar, tratar (análise) e sintetizar a informação para subsidiá-lo nas decisões.
Trata-se de assessoramento no processo decisório.
Essa prática é comum na atividade Policial e vem sendo largamente utilizada na área empresarial. É comum também nos executivos Federal e Estadual.
Essa importante área da administração, quando relegada a segundo plano, aumenta consideravelmente a possibilidade de a estratégia adotada não ser a mais adequada.
Como exemplo poderíamos citar o modelo de quarentena utilizado em nossa Petrópolis.
Considerando que outras Cidades/Estados pelo mundo já haviam escolhido estratégias diferentes e com resultados diferentes, o gabinete de informação teria a possibilidade e a competência para buscar as informações, analisá-las e entregar os resultados ao tomador de decisão (Prefeito) para que diante das possibilidades apresentadas escolhesse a mais adequada para nossa cidade.
Reafirmo que não se trata de meros palpiteiros!
Trata-se de um grupo treinado para utilizar as técnicas de produção do conhecimento, através de metodologia própria, com a função de assessoria ao processo decisório.